A postagem do dia 30 de maio me fez pensar na lembrança mais
remota que eu teria. E veio a minha mente
uma cena, com muita clareza, de quando
eu tinha um pouco menos de 3 anos.
Primeiro eu a enviei como resposta, mas a Ana, a redatora da
primeira postagem do blog, gostou tanto que me pediu que passasse este
comentário para o próprio espaço das mensagens.
Nesta minha reminiscência de origem eu e meus pais íamos nos
mudar para um novo apartamento. Meu pai estava na cozinha pintando a porta do
armário embaixo da pia. Estava abaixado com um pincel na mão e a tinta verde
colorindo a porta. Eu ao lado dele,
praticamente na mesma altura , e , ao meu lado a barrigão da minha mãe, que
esperava minha irmã. Ele então disse: “ Estou terminando e amanhã podemos
mudar”.
Esta cena ficou tão marcada, pois ela é nítida para até
hoje, como se estivéssemos congelados numa
atmosfera de felicidade. Assim me pergunto se meu desenvolvimento com
forte ligação com a família, não teria sido impressa neste momento.
Quis dar um especial realce a este primeiro comentário de nossa página - e cada de vocês que também o fizer se estiver de acordo, poderá te-lo transformado em mensagem , no corpo do blog. Obrigada, Bia ! É uma das nossas estratégias para incentivo da pedagogia da singularidade , onde o grupo de pertinências de interesses e projetos que viermos a formar terá sempre valorizada, de melhor maneira que imaginemos, a marca única de sua individualidade.
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